EIS A ESCRAVA DO SENHOR

Maio chega sempre contigo pela mão.

Nós te damos graças, Senhor,

pelas muitas maravilhas

que continuamente realizas no meio de nós,

e nos falam de Ti e do teu amor por nós.

Nós te damos graças por Maria,

causa da nossa alegria,

feliz porque acreditou

em Ti e na tua palavra,

e tudo Te entregou,

ficando sem nada,

como uma escrava.

Isabel abriu esse grito de felicitação,

que rapidamente se tornou em canto coral

até hoje prolongado de geração em geração.

Sim, uma escrava nada é, nada tem.

Tudo é do seu Senhor.

Não tem idade nem identidade,

nem sol nem luar,

nem noite nem dia.

É Deus que a alumia.

Assim é Maria, nossa Mãe.

Assim devem ser os seus filhos também.

António Couto

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